Tempo de Comunhão

No culto desta manhã, dia 05 de junho, a Primeira Igreja Batista de Campo Grande iniciou as celebrações do Mês da Integração, sob a direção do pastor Adiel Gomes Ministro de Integração e Visitação, e com a presença do mensageiro do dia, o pastor Israel Belo de Azevedo, da Igreja Batista do Itacuruçá.

As programações do dia tiveram seu início logo após a execução de um belo hino instrumental apresentado pela Orquestra da PIBCG. A Ministra de Música Angélica Miranda, declarou a todos os presentes que as misericórdias do Senhor se renovaram nesta manhã de domingo. “Devemos atentar para o grande chamado de Deus: amarmos o Senhor sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, afirmou. Com a leitura do recitativo bíblico que ressaltou a vida em união, após o canto do hino Comunhão e Adoração (IB Água Branca), a MM Angélica pediu que os irmãos fizessem duplas de oração e toda igreja correspondeu com devoção. O louvor continuou com o canto do hino 566 HCC.

A mensagem musical ficou por conta do Coro Exultação que, sob a regência da Ministra de Música Angélica Miranda e acompanhado pela orquestra, teve várias participações durante o culto.

No momento de intercessão, o pastor Carlos Elias, logo após o canto do hino 569 HCC “Qual Adorno Dessa Vida?”, orou pelos enfermos e necessitados.

Por ser este o primeiro domingo do mês, pastores e diáconos presentes celebraram com toda igreja a Ceia do Senhor – momento memorial de reflexão e comunhão.

O mensageiro da manhã convidado foi o pastor Israel Belo de Azevedo, da Igreja Batista do Itacuruçá, que trouxe uma reflexão baseada em seus dois recentes lançamentos, o Livro Devocional e a Bíblia com os mesmos títulos: Bom Dia Amigo.

O pastor Israel iniciou sua mensagem com uma breve pergunta: “Se você porventura tivesse que passar o resto de sua vida em uma ilha deserta, qual livro levaria consigo? Ou qual trecho da Bíblia você escolheria para levar?”. O texto escolhido pelo pastor foi o de Tito 2.11-14, que menciona que a graça da salvação há de manifestar-se a todos.

“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras.” (Tito 2.11-14)

Ao receber a Graça Divina, recebemos uma nova vida. Os relacionamentos mudam. Para vivermos no compasso da Graça temos que aprender. Para conseguirmos a condição ou sermos salvos, nada precisamos fazer. Basta apenas sermos pecadores para estarmos em condições de sermos salvos por Deus, mas para nos apropriarmos das maravilhas da salvação temos que “aprender” a viver na Graça, pois só ela nos ensina a renunciar o nosso eu.

Uma igreja deve ser diferente do mundo onde ela vive. O conhecimento sobre Deus em sua Palavra e a vivência dessas verdades, nos ajuda a viver a Graça salvadora de Cristo.

A Bíblia é o livro da esperança, o livro das promessas de Deus, é um livro pedagógico que contém os ensinamentos de Deus para nós.

Existem na Bíblia promessas incondicionais e promessas condicionais. Precisamos estar atentos às promessas de Deus e a aprender com elas. A Bíblia não é um amuleto. Fechada ou aberta, em uma estante ou pedestal, ela nada fará, mas ela se torna a Palavra de Deus quando lida e colocada em prática.

A vida é feita de três passos: Desejo, Decisão e Disciplina. Querer ler a Bíblia só faz sentido quando tomamos a decisão e colocamos em prática a leitura de forma ordenada e disciplinada. Precisamos sair do mero discurso e aprender a praticar o que pensamos ser o correto e dedicado-lo a Deus. Precisamos deixar que a Graça nos ensine. Quando Jesus nos ensina algo, Ele ensina o que Ele viveu como experiência própria. Não é apenas um mero discurso. A maioria dos cristãos brasileiros tem à disposição um rico tesouro, a Palavra de Deus, mesmo assim fica “mendigando bênçãos” do Senhor. Precisamos aprender a viver através da sua palavra e colocá-la em prática.

Ao final da mensagem, a equipe de Louvor e toda igreja adoraram a Deus com a primeira estrofe do hino 212 HCC. No encerramento, o Pr. Marcos Ramos fez uma oração e impetrou a bênção apostólica.

Texto: Diácono Newton Cezar

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