Independência ou Morte

A Independência do Brasil é de extrema relevância porque marca o fim do domínio de Portugal e o início da nossa jornada de uma vida independente como nação. Isso envolve pessoas e situações que marcaram a história do Brasil, e a própria data de 7 de setembro, em definitivo, contribuíram para tal “ O Dia do Fico”, além de Dom Pedro I, com “O Grito do Ipiranga”, principalmente. Surgiram, ainda, transformações políticas, econômicas e sociais, que ratificaram o caráter de evolução e liberdade do novo país.

No mesmo sentido de liberdade, tratando-se, agora, do plano pessoal, alguns a caracterizam como a falta de satisfações, de um modo geral. Onde ir e com quem, ou a que horas voltam, serão sempre incógnitas. Outros, ainda, pensam que a maior independência é fazer o que bem pensam, do jeito e da forma que entendem ser o correto. “Não estou ligado a ninguém, por isso posso fazer o que quero”. Enfim, ser livre é poder fazer tudo o que der na cabeça?

Ledo engano. A palavra de Deus trata da liberdade quando fala: ” E conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará” João 8:32 o que implica no real sentido de liberdade, ligado a uma Verdade. Entretanto, as pessoas podem se questionar que verdade é essa. Em um mundo de tantas incertezas, em que tenta-se relativizar quase tudo, como conhecer a Verdade que liberta?

O próprio Jesus falou que: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Ele apresenta-se como sendo a Verdade para gerar certeza e não deixar quaisquer dúvidas. Ele é exato e objetivo. Não é algo criado pelo homem, em que alguns pensam que Ele é uma abstração, resultado de uma meditação ou algo parecido. Para outros, verdade pode ser um conceito subjetivo, mas para Deus, Jesus é a palavra revelada. Deus nos mostrou essa Verdade por sua revelação como certa e absoluta: ”o Verbo que se fez carne e habitou entre nós” (João 1:14), e ainda vive, uma vez que “está assentado à destra de Deus” (Hebreus 10:12).

Apesar da valorização da liberdade ser feita de forma universal, ainda hoje inúmeras pessoas estão sacrificando sua própria vida a fim de assegurar a liberdade de uma causa, indo desde a política à religiosa. Estão enganados também. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus, ou seja, nos libertar de todo pecado, o que acaba por nos escravizar, o que não requer sacrifícios como aqueles.

Independente da forma como se pensa em discordar ou concordar, acatar ou desprezar, rejeitar ou aceitar, nada disso é capaz de mudar a verdade de quem Jesus é. Em um mundo desordenado, cheio de dúvida e de confusão religiosa, nós podemos achar esperança tendo conhecimento acerca de Jesus sobre quem Ele é, realmente.

Por isso, ser verdadeiramente livre consiste em ter uma vida em que o conhecimento e a aceitação de quem Jesus é nos trazem o fim da escravidão do pecado. Dessa maneira, você passa por um processo de proclamação de independência, rompendo com vínculos e associações do passado, e, assim, emancipa-se do pecado tornando-se uma nova Criatura em Cristo Jesus.

Portanto, precisamos sempre da libertação (independência) que Cristo dá por uma questão de vida abundante, plena, cheia de misericórdia e eterna, iniciada aqui na terra. Somente assim é possível experimentar o verdadeiro sentido de liberdade.

 

Pr. Anderson Maciel