Eles Precisam da Graça do Pai

jmm2011 O Iraque Precisa da Graça do Pai.

Nos tempos bíblicos, o atual Iraque era conhecido como Babilônia. Há relatos mostrando que o apóstolo Tomé foi o primeiro a levar o Evangelho àquele território. O país tem 25 milhões de habitantes, sendo a maioria árabe (80%); os curdos são 15% da população. O islamismo é a religião de 96% dos iraquianos. Eles estão divididos em xiitas (62%) e habitam o Sul do país; no Centro estão os sunitas (35%), que são a mesma facção islâmica dos curdos do Norte.

Nas últimas décadas o país tem sido palco de guerras e conflitos internos. Desde 2003 já são cerca de 650 mil mortos. O desemprego atinge 75% da população. Mulheres se vendem em troca de comida. Não há estrutura, como transportes coletivos, e as escolas funcionam precariamente. O caos é total!

É nesse contexto de adversidade que, hoje, obreiros iraquianos e brasileiros, através de Missões Mundiais, semeiam as boas novas de salvação.

A primeira igreja batista em solo iraquiano surgiu em 2004, na capital Bagdá, graças ao trabalho iniciado em 1985 pelo missionário de Missões Mundiais, Pr. Khalil Samara. O Evangelho se espalhou e chegou ao Norte do país, onde já foi organizada a segunda igreja.

É no Norte do Iraque que fica o Curdistão, uma área muçulmana com grande diversidade de tribos, o que dificulta os novos convertidos de andarem numa mesma visão. Por causa dessa realidade, a igreja evangélica precisa desenvolver um forte trabalho de discipulado, a fim de que todos os iraquianos sejam alcançados pela graça do Pai.

A Síria Precisa da Graça do Pai.

A Síria é um país do Oriente Médio onde o apóstolo Paulo foi alcançado pela graça de Cristo quando seguia pelo caminho de Damasco. O país tem hoje cerca de 22 milhões de habitantes e nos últimos 50 anos tem se envolvido em confrontos com o Líbano e Israel. E, apesar de pregar a liberdade religiosa, os fundamentalismos islâmico e ortodoxo são muito fortes por lá.

Ao se converterem a Jesus muitos são perseguidos, inclusive pela própria família, por deixarem a antiga religião. As crianças são especialmente afetadas e sofrem represálias até na escola. Atentos a isso, obreiros da terra desenvolvem atividades que atingem não somente os alunos da EBD, mas também ajuda crianças de outras religiões.

Muitas famílias já foram abençoadas pelo trabalho de Missões Mundiais na Síria. Mas a graça de Deus precisa chegar a outras milhares de pessoas. Seja parte dessa missão.

O Senegal Precisa da Graça do Pai.

A situação socioeconômica do Senegal, como de grande parte da África, é bastante limitada. Segundo dados do Unicef, cerca de 22% dos 12 milhões de habitantes vivem com menos de 2 reais por dia e o número de pessoas socialmente vulneráveis predomina. Na capital Dacar as ruas lotadas de mercadores tornam a cidade um local de luta pela sobrevivência. Estima-se que 50% da população tenham menos de 18 anos de idade. A religião de 87% da população é o islamismo.

Uma obrigação religiosa e cultural, bastante forte no país, é o ensino do Corão às crianças, feito por um marabu (líder religioso muçulmano). Por conta disso, meninos – alguns com apenas três anos de idade – são enviados pelos pais para essas escolas, geralmente em outras cidades. Ali permanecem até os 15 anos, com pouco ou nenhum contato com a família. Eles são chamados de talibês, ou seja, “discípulos”. Eles são obrigados a mendigar para o marabu, sob o risco de sofrerem maus-tratos caso não consigam dinheiro suficiente.

O país tem ainda um dado curioso: há um grande número de pessoas com deficiência auditiva. Elas têm pouco acesso à escola, especialmente as que moram nas aldeias longe da capital, Dacar. Os pais dos surdos são supersticiosos. Eles creem que seus filhos são amaldiçoados e, por isso, os escondem da sociedade. É nesse contexto que os missionários brasileiros têm testemunhado da graça do Pai aos senegaleses.

“A graça de Deus se manifestou trazendo salvação a Todos” (Tito 2.11)

Creio que não há dúvidas: “Eles precisam da graça do Pai”.

Seja um canal de Deus para que esta graça os alcance.

Pr. Carlos Elias de Souza Santos.