De que mundo somos?

Reunidos, o mestre e os discípulos, o mestre tomou a decisão de lhes lavar os pés, coisa própria para escravos.

Seu fim estava próximo e seria precipitado, se fosse traído. E ele sabia que o traidor estava ali ao seu lado.

Assim mesmo, lavou-lhe os pés.

Era uma oportunidade que lhe dava para sair da rota da traição.

Como um escravo, toalha na cintura, foi tirando o pó encalacrado naqueles pés duros.

Agora, podiam todos tomar a Ceia, todos menos um, o traidor.

Jesus, o mestre, tinha um foco na vida. Não era um traidor que o desviaria.

Temos um foco? Não pode ser uma adversidade que nos desvie.

Jesus, o mestre, lavou os pés dos seus discípulos.

E pede que façamos o mesmo, como se fôssemos escravos uns dos outros, até dos muitos judas que nos cercam.

Jesus agiu como agiu porque não era deste mundo.

Nosso problema é que nós somos deste mundo e gostamos, embora o mestre tenha dito que não devíamos viver como se fôssemos  deste mundo.

Fonte: Prazer da Palavra