A Lei da Cruz

“… pois, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á” (Mateus 16.25)

 

Os homens são capazes de fazer quase qualquer coisa para evitar a morte. Digo quase, porque ainda existem valores que muitas vezes se sobrepõem ao desejo de viver. Para o homem honesto e verdadeiro, não há vantagem em conviver, após a queda, com o erro e o mal. Ele prefere, então, morrer, a enfrentar a vergonha de atraiçoar o bem. Ele defende até o fim aquilo que para ele é correto e verdadeiro. Assim aconteceu com muitos benfeitores da humanidade que, em seu momento histórico, levantaram bandeiras contra a injustiça e a maldade. Mas a morte para eles nem sempre significou livramento e salvação eterna, pois muitos não haviam tido o seu encontro com Jesus. Porém, houve aqueles que tiveram força para lutar, pois tinham sua fé firmada no Senhor, como os profetas e os homens de Deus através da história.

Em nosso tempo muitos se têm entregue à morte de forma inglória, porque o fazem acreditando em ideologias criadas por homens e incentivadas por governos sem Deus. Suicidas se amarram com bombas e vão detoná-las no meio de multidões; ou jogam seus carros e aviões em prédios e aglomerados humanos, procurando com isto ganhar o céu ensinado pelos seus credos…

Jesus, no entanto, falou de algo diferente. Segui-lo implicava em assumir atitudes de amor, de afabilidade, de solidariedade, de mansidão, ajudando o mundo a ser melhor e a humanidade mais feliz. Jesus está se referindo àqueles que fogem aos compromissos da fé por amor ao mundo e às riquezas, aos prazeres e deleites, sem entender a cruz e o seu maravilhoso significado. Aqueles, porém, que aceitam Jesus, que assumem a sua cruz e que por amor dele são levados a sacrifícios extremos, mesmo que venham a morrer fisicamente, têm assegurada a vida eterna com ele, para sempre.

Vale a pena ser fiel e mostrar ao mundo que nós amamos a mensagem da cruz e vamos seguir a Jesus de maneira integral.

Fonte: Manancial